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sábado, 10 de dezembro de 2011

imagem

Imagem é tudo. No mínimo, quase tudo. E em tempos de mídias sociais (no momento escrevo uma matéria giga e só penso nisso rs), quando todo mundo quer informação rápida e precisa, o texto, se tiver mais de 140 caracteres, vira quase um acessório. A gente tem que rebolar pra criar matérias cada vez mais interessantes, e principalmente, emocionantes, né não? E é aí que as imagens ao invés de competirem com o texto, viram aliadas, e a leitura fica com aquele sabor de experiência completa.

Por mais que eu esteja atolada nos caracteres rs, eu sempre busco inspiração nas belas imagens, e nos últimos tempos, olha só onde eu tenho achado:

http://maiaflore.com/project/sleep-elevations-/ - blog don´t touch my moleskine

Espero que vocês curtam as dicas e se inspirem bastante!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Amarelou geral

Ok, é duvidoso, eu sei, mas amei esta jaqueta do desfile Frankie Morello e daí escolhi a cor da semana.




Amarelo é uma das minhas cores favoritas (L)

quinta-feira, 3 de março de 2011

Chico pra ler (e amar ainda mais)


Hoje tem dica de leitura: essa história está diferente - dez contos para canções de chico buarque (é assim mesmo, em caixa baixa). Eu sou tendenciosa, tenho bastante dificuldades pra ser imparcial É fácil me ver curtir sem pensar tênis, Banksy, rap, moletom, Benício del Toro, NBA outras coisas e Chico Buarque.

Por isso comprei assim que olhei na Livraria Cultura. E não errei. Confesso que não foram todas as interpretações e linguagens que me apeteceram. Meus favoritos:

- lodaçal: texto perturbador de André Sant´anna para Brejo da Cruz. Li na época daquele terror no Rio. E meu coração uma azeitona de pensar em quantos Chiquinhos e Toninhos eu conheço/conheci/conhecerei. Sério, se você não gosta de reflexões sociais muito cruas, pule esse;

- entrelaces: tipo roteiro versão 1 e versão 2 de uma d.r., versão de Carola Saavedra para Mil Perdões. Li em época de crise onde você diz rato e o outro entende sapato. Fez sentido. Tipo aquela música "A seta e o alvo" do Paulinho Moska.

- feijoada completa: é do Luis Fernando Verissimo para a música de mesmo nome. E obviamente é de rir sozinha.

- olhos nus olhos: é Mia Couto. E merece um outro livro só pra dizer o quanto é lindo, sensível e de chorar e de ter coragem de voltar atrás. Sempre que tiver vontade

- um corte de cetim: Xico Sá para Folhetim. Pequenas desgraças cotidianas e tiradas impagáveis.

Tomara que tenha volume 2!


terça-feira, 1 de março de 2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Dica amiga (SP): Brechó do bem


Olha, desde que eu comecei a frequentar SP city, o brechó beneficente da igreja da paulista é um dos eventos mais esperados. Quando fui pela primeira vez, comprei 5 (cinco, c-i-n-c-o) saias por R$20. Todas lindas e queridas até hoje (isso foi em 2005).

Hoje passei lá, com os mesmos R$20, e, bem, continua uma festa! Com reajustes econômicos, claro. Comprei essas duas saitas liiindas. A preta é chique no último (a luz de micasa e a cam digital jamais serão fiéis à sua chiqueza) e a de oncinha lilás (L) é super up to date longuete. A blusinha de linha representa mais uma faceta vovó de meu estilo pessoal (hehe).

Gente, passa lá que é bom e o dindin das ótimas compras vai para os projetos sociais da igreja.

Brechó do Bem - Paróquia São Luís: Avenida Paulista, 2376 - até dia 25/2 - 9h às 20h. Aceita cheque e dindin.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

De onde surgem as nossas vontades?

(este texto não vai fornecer respostas concretas, apenas algumas divagações sobre o tema...)

Arrebatada por uma louca vontade de usar saias longas e longuetes nas últimas semanas -estimulada por esta lindinha da coleção nova da FARM, e no dia de hoje por este post da Oficina de Estilo no face - eu fiquei me indagando de onde teria surgido esta vontade que a primeira vista não combina exatamente com meu arsenal de tênis brutos de cano alto.

Daí fiquei pensando: virei fashion victim ou deixei de ser limitadinha e me permiti passear por novas direções? (o engraçado é que uma ideia é o oposto absoluto da outra, né?). Daí lembrei das aulas de antropologia, do Bourdieu e todo seu sistemas de habitus e ethos que incluem a imitação da "classe dominante".

Mas vem cá, hoje em dia quem domina a moda? E quem é dominado por ela? A moda vem da rua? A rua (e as lojitas fast fashion) dão seu jeito de copiar as "tendências passarelísticas"? Com o hi-lo bombando, o mix de estampas liberado pra sempre, ainda tem "do" e "don´t" valendo?





Parece fácil de responder e a primeira defesa todo mundo vai dizer "meu estilo é esse, por isso jamais usaria isso", "ah, todo mundo tá usando onça agora, eu que uso a vida toda vou esperar 3 meses pra voltar a usar" e coisas assim....




As fontes de informação relacionadas a moda, design, beleza parecem inesgotáveis, ou seja, qualquer um com um mínimo de noção (e segurança) de estilo próprio faz a festa. Mas como nem toda informação é bem redigida (= na verdade a maioria da galera ainda se amarra no "use isso" e "jamais use aquilo", não é não?) e nem todo mundo nasceu fashionista a questão não é das mais fáceis.




Enfim, tô só pensando aqui com meus botões, e enquanto escrevo penso em que saia usar amanhã :)